domingo, 20 de março de 2016


Houv' uma certa pessoa,
Que em Espanha, um dia,
Foi entrar, numa boa,
Num restaurante qu' havia.

Neste país, passeava,
Mas d' outro ela viera,
Ela era scandinava,
Em Spaña, nunca 'stivera!

Foi-s' à mes' então sentar
No menu depois pegou.
E pr' ond' ela foi olhar!
Para onde el' olhou!

'roupettas'  lá 'scrito, viu
Mas ... o que viri' a ser?
Contudo isso pediu,
Pôs-se depois a comer!

Pergunta ao empregado,
A  resposta logo a há:
"Iss' é do toiro, coitado,
Que alguém esfolará"

Depois da lid' acabada,
Pra dentro vai, arrastado,
Continuand' a tourada
Que é do geral agrado!

Cortam-lhe os genitais,
Que foi o que foi comer".
Mas é bom! Eu quero mais,
Outra vez, poderá ser?
--
Par' a terra regressou,
O turista de que eu falo,
Mas um di' ele voltou
Só pra comprar um cavalo!

Quis el' então ir comer
Lá onde tinha comido
Mas olhou, e que foi ver?.
Não er' o que foi pedido!...

Chamou log' o empregado,
Qu' então vira, há doze meses.
"Não estão do meu agrado,
São mais pequenas 10 vezes!"

"O touro, nem sempre morre,
Por vezes, o toureir' é,
Pois, colhido se não corre,
Chega-lhe a morte, até!"

Chamava-s ele Ataíde,
E era bem promissor,
Se a meio da sua lide
Não morresse de pavor!
















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